Calebe
“Espero pelo Senhor mais do que as sentinelas pela manhã; sim, mais do que as sentinelas esperam pela manhã! Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, pois no Senhor há amor leal e plena redenção. Ele próprio redimirá Israel de todas as suas culpas.” (Sl 130:6, 7).
Prévia da semana: Calebe resistiu à pressão do grupo e demonstrou persistência, coragem e plena confiança em Deus. Em tempos de uma religiosidade de isopor, precisamos viver aprender desse exemplo.
Leitura adicional: Patriarcas e Profetas, p. 388–392, 511–513, 664, 697.
| Domingo, 3 de outubro | |
Coragem |
O que torna alguém corajoso? É o poder, as posses ou a popularidade? “Se o poder pudesse ter feito isso, Joseph Stalin não teria tido medo de ir dormir à noite, ou não teria ficado tão paranoico a ponto de nomear um soldado para guardar até seus saquinhos de chá! Se as posses pudessem ter feito isso, o medo não teria feito com que o falecido bilionário, Howard Hughes, vivesse como um eremita e morresse sozinho. Se a popularidade pudesse ter feito isso, os biógrafos de John Lennon não o teriam descrito como um homem medroso que dormia com as luzes acesas e era aterrorizado com germes”.1
A verdadeira coragem vem de uma confiança permanentemente profunda em Deus, que nos dá poder sobre o inimigo (Lc 10:19) e que sempre cumpre Sua palavra. Calebe conhecia a Deus. Essa era a fonte de sua coragem. Quando a esmagadora maioria estava indo numa direção, Calebe persistiu em suas convicções e foi noutra direção. Ele estava ciente de que Deus – mais qualquer número, mesmo que seja um – é a maioria; assim, a despeito dos relatórios negativos dados por dez espias, ele permaneceu firme.
Calebe estava com a multidão na passagem pelo Mar Vermelho. Testemunhou o afogamento do exército de Faraó. Viu água jorrar da rocha e bebeu dela. Comeu do maná que desceu do Céu. Tendo vivido tudo isso, ele comparou os gigantes com Deus, e viu que não eram páreo para Ele! Na verdade, eram meros gafanhotos.
Calebe estava preparado para fazer o que se supõe que os líderes façam – liderar. Sua resposta foi: “Subamos e tomemos posse da terra. É certo que venceremos!” (Nm 13:30). O povo, contudo, foi intimidado por essa gigantesca aventura. Seu medo se degenerou em pânico, e eles quiseram apedrejar esse líder que os estava encorajando a avançar em fé. Contudo, Calebe escolheu seguir em frente com otimismo, fé e coragem.
Ao nos concentrarmos em Calebe nesta semana, consideremos de que forma, como jovens, podemos demonstrar bravura, coragem e fé ao enfrentarmos as montanhas e os gigantes em nosso caminho.
*Bob e Debby Gass, “The Word for You Today”, fevereiro-abril de 2004, Reconciliation Ministries, p. 56.
Mãos à Bíblia |
1. Que lição podemos aprender a respeito de viver pela fé e não pelo que vemos? Nm 13:26–14:2 Embora os doze espias tivessem vivenciado os mesmos fatos, eles chegaram a conclusões muito diferentes. Dez viram a impossibilidade. Como é fácil para todos nós fazer a mesma coisa! Porém, se enfrentamos os fatos com Deus, isso nos levará ao amadurecimento da fé e confiança nEle. |
Shirley Roberts – St. Patrick, Granada, Índias Ocidentais
| Segunda, 4 de outubro | |
Resistência |
Os psicólogos americanos Martin Seligman e Steven Maier têm pesquisado sobre como criaturas inteligentes respondem a desafios. Numa experiência, alguns cães receberam choques elétricos aleatórios, mas também lhes foi dada uma alavanca para controlá-los. Outros cães não possuíam uma alavanca de controle. Os cães que treinaram com a alavanca aprenderam a enfrentar traumas aleatórios, a reduzir a dor quando possível, e a se recomporem após a adversidade. Os cães que treinaram sem uma alavanca aprenderam a ser incapazes. Em face de um trauma incontrolável, eles esperavam falhar, e assim nunca tentavam ter sucesso.*
Quando Calebe voltou da missão de espionagem de quarenta dias, ele os companheiros contaram o que haviam visto – a terra era maravilhosa, mas era preciso vencer gigantes. Os israelitas se sentiram incapazes ante a ideia de liberdade e o trabalho exigido para conquistá-la. Superestimaram seus obstáculos e subestimaram Deus. Ameaçaram arrumar suas coisas e voltar para o Egito (Nm 13:27-14:3).
Esses pessimistas nunca ocuparam a terra que Calebe e Josué descreveram. Os dois idealistas tiveram de esperar outros 40 anos antes que a posse da terra. Calebe havia passado pelos mesmos choques da escravidão que os outros israelitas, mas ele e Josué criam que o amor de Deus por eles era maior do que os obstáculos. Mas o tempo passou... Aos 80 anos, Calebe era um soldado forte e capaz. Se alguém podia ter se separado do povo e tentado conquistar uma parte da Terra Prometida sozinho, esse alguém era ele. Mas não o fez (Nm 14:38-45). Ele sabia que era parte de uma nação indivisível e se recusou a abandonar a esperança nas pessoas ou no Deus que tinha planos para todos.
*Christopher Peterson, Steven Maier e Martin Seligman, Learned Helplessness: A Theory for the Age of Personal Control (Oxford University Press, 1995).
Mãos à Bíblia |
2. O que podemos aprender sobre ele e sobre a confiança nas promessas de Deus? Nm 13:30 Nem sempre é fácil ser diferente e opor-se ao grupo. A pressão do grupo é tremenda. Em um momento em que os israelitas pareciam ameaçados, todos choraram. Foi então que Calebe, normalmente atuando nos bastidores, assumiu a frente. Ele não discutiu com os dez espias incrédulos nem censurou o povo por sua falta de fé. Em vez disso, falou com ousadia e pediu ação confiante. Porém, o povo não quis ouvi-lo. 3. Qual é o resultado de rejeitar a Palavra de Deus e, assim, tirar uma conclusão equivocada dos “fatos”? Nm 14:1-10, 20-24 |
Keisha McKenzie – Lubbock, EUA
| Terça, 5 de outubro | |
O que você vê? |
Você consegue codificar? (Nm 13:27, 28). Codificação é um processo perceptivo básico de interpretar os estímulos que chegam. Envolve atender a deixas que são relevantes e ignorar as que não são. Os homens que foram com Josué e Calebe a explorar a terra de Canaã não eram cegos. Josué e Calebe também não o eram. A diferença entre esses dois espias e o resto foi sua capacidade de codificação. Ouça o grupo maior de espias: “Entramos na terra à qual você nos enviou, onde manam leite e mel! Aqui estão alguns frutos dela. Mas...” (Nm 13:27). A conjunção “mas” nega tudo o que foi anteriormente dito e mostrado. Em outras palavras: “Esqueçam o leite e o mel; e não olhem para os frutos que trouxemos”.
Felizmente, Josué e Calebe viram a mesma paisagem e pessoas e vieram com uma interpretação diferente, pois sabiam o que era mais importante. Como?
Um olho treinado (Nm 13:30). Como todos os outros israelitas, Calebe estava lá desde a escravidão no Egito até o início do êxodo e a chegada às fronteiras da Terra Prometida. Durante este período, ele, juntamente com todos os outros, viu Deus fazer o impossível. Testemunhou as pragas, a abertura do Mar Vermelho, o maná e muitos milagres. Então, por que só ele creu que eles seriam capazes de tomar Canaã (Nm 13:30)? O que importava para Calebe não era o desafio que estava diante dele, mas sim Quem estava com ele para enfrentar esses desafios.
É bom considerar se nossos olhos são treinados para se concentrar em coisas que são relevantes e ignorar as coisas que não são. Podemos tirar lições de nossas experiências passadas e das experiências dos outros? Muitos cristãos acham difícil recordar as ocasiões durante as quais Deus interveio em seu favor de maneira extraordinária. Geralmente isso não ocorre porque Deus não tenha intervindo. Mais provavelmente é porque, como no caso dos outros espias que testemunharam Seus milagres, esses milagres não foram codificados. Eles nunca tomaram tempo para notar as atuações de Deus e para fazer registros mentais delas. Será que nossos olhos estão treinados para ver a atuação de Deus em nossa vida?
Hebrom dada a Calebe (Js 14:6-15). Deus recompensa Seus crentes fiéis. Há muitos exemplos na Bíblia que mostram que Ele é fiel para com aqueles que confiam nEle com respeito àquilo que não podem ver imediatamente. Pelo fato de Calebe ter visto o que outros não viram, e porque ele seguiu a Deus de todo o coração, herdou Hebrom. Embora tenha levado 45 anos, Calebe teve algo para transmitir a sua posteridade.
“Calebe foi fiel desde o princípio. Como um dos espias originais que foram enviados à Terra Prometida (Nm 13:30-33), ele viu grandes cidades e gigantes, mas sabia que Deus ajudaria o povo a conquistar a terra. Por causa de sua fé, Deus lhe prometeu uma herança pessoal de terra. ... Aqui, 45 anos depois, a terra lhe foi dada. Sua fé ainda era inabalável. Embora a terra que herdou ainda tivesse gigantes, Calebe sabia que o Senhor o ajudaria a vencê-los.”*
Esta lição foi escrita numa ocasião em que muitas pessoas estavam experimentando dificuldades ao redor do mundo. A recessão econômica atingiu todos os países e pessoas, de uma forma ou outra. Muitos estudantes se preocuparam com a maneira como iriam financiar sua educação, enquanto outros perderam suas casas. Será que nessa ocasião vimos o que outros não viram? Lançamos apenas um rápido olhar para os “gigantes na terra”, mas contemplamos demoradamente os “frutos” que Deus havia garantido? Nossa capacidade de codificar o que é mais importante nos momentos difíceis, de ver o que Deus vê, pode determinar a nossa herança.
* NIV Life Application Study Bible (Grand Rapids: Zondervan, 1984), p. 356.
Mãos à Bíblia |
Quarenta anos haviam passado. Os israelitas atravessaram o Jordão para alcançar a Terra Prometida. As discussões junto às fogueiras do acampamento se concentravam em quais seriam as melhores partes da terra e quem as obteria. Moisés já havia reconhecido o potencial de conflitos e havia deixado orientações para a partilha. Isso é relatado em Josué 14. 4. Que foi o pedido de Calebe e por quê? O que esse fato nos diz sobre ele e sua fé? Js 14 Calebe reivindicou uma promessa que Deus lhe fizera. Ele não exigiu para si as melhores terras; ao contrário, escolheu a área habitada pelos gigantes, filhos de Enaque. Esses mesmos gigantes haviam deixado os israelitas tremendo quarenta anos antes (Nm 13:33). O que apavorou uma nação inteira foi vencido por um homem idoso que confiava no poder de Deus. |
Devon Superville – Bowling Green, EUA
| Quarta, 6 de outubro | |
Servo fiel |
Como povo escolhido de Deus, é importante que detectemos as contrafações de Satanás. Para fazê-lo, precisamos viver diariamente pela Palavra de Deus. O fiel servo Calebe é um grande exemplo para nós. Ele “compreendeu a situação e, bastante ousado para tomar a defesa da Palavra de Deus, fez tudo ao seu alcance para desfazer a má influência de seus companheiros infiéis” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 388). Mas 10 dos espias se rebelaram, voltando-se contra os que acreditaram. Esses espias, “tendo enveredado por um mau caminho, insistentemente se puseram contra Calebe e Josué, contra Moisés e contra Deus. Cada passo para frente os tornava mais decididos. Estavam resolvidos a frustrar todo o esforço para se apossarem de Canaã. Torciam a verdade a fim de sustentar sua influência nociva. ‘É terra que consome seus moradores’, (Núm. 13:32) disseram eles. Isso era não somente uma notícia ruim, mas também mentirosa” (Idem, p. 389).
“Os espias infiéis denunciavam em alta voz a Calebe e Josué, e levantou-se o clamor para os apedrejar. A turba insana pegou pedras para matar aqueles homens fiéis. Avançaram com uivos de furor, quando subitamente as pedras lhes caíram das mãos, tombou sobre eles um silêncio e tremeram de medo. Deus interviera para impedir o seu desígnio assassino” (Idem, p. 390).
O povo de Israel, inclusive os fiéis, tiveram de esperar 40 anos antes de entrar na Terra Prometida, e os israelitas originais que fugiram do Egito morreram antes de chegar lá. Porém Deus prometeu que Calebe viveria para herdar Canaã. Além dele, os israelitas que de 20 anos ou menos receberam uma segunda oportunidade de desistirem de seus caminhos egoístas, mas muitos infelizmente se rebelaram contra Deus novamente, pois tentaram conquistar Israel em sua própria força. Resultado? Falharam miseravelmente.
Os esforços para promover nossa própria agenda em vez da de Deus raramente funcionam. Primeiro, temos de crer nEle. Precisa haver entrega total. “Meu filho, dê-Me o seu coração; mantenha os seus olhos em Meus caminhos” (Pv 23:26). Isto é exatamente o que Moisés, Arão, Calebe e Josué fizeram. “Sem murmurar, aceitaram a decisão divina” (Idem, p. 392). Precisamos permitir que o Senhor nos guie e esperar pacientemente pela bendita esperança.
Mãos à Bíblia |
5. Calebe deu um maravilhoso exemplo do uso positivo da velhice. Como devemos encarar essa fase da vida? Salmo 92:12-15 6. Que tipo de experiência Calebe promoveu? Como ele fez isso? Juízes 1:12, 13 |
Raul Peters – Fort Worth, EUA
| Quinta, 7 de outubro | |
Esperar em Deus |
Hoje, tudo parece rápido. Uma pessoa dificilmente consegue se manter atualizada diante dos últimos avanços tecnológicos. Ao mesmo tempo, a paciência parece ter desaparecido. Deus nos pediu que fôssemos pacientes e que esperássemos nEle. Vale a pena meditarmos no exemplo de Calebe, pois ele esperou em Deus. A seguir, algumas sugestões para fazer o mesmo:
Lance todas as suas preocupações sobre o Senhor (1Pe 5:7). Com coragem e confiança, entregue suas preocupações e tarefas a Ele. Ele demonstrou para Calebe que Se importava com Israel. Ele fará o mesmo por você. Enfrente seus gigantes com coragem, e você se tornará mais forte em fazer a vontade de Deus.
Aja de acordo com o que Deus espera, mesmo que signifique ir contra a maioria (Nm 13:30). À medida que você espera, ouça a voz de Deus e aja com prontidão quando O ouvir. Muitas vezes deixamos para depois. O resultado é que perdemos as muitas bênçãos que Deus tem reservadas para nós. Faça o compromisso de seguir prontamente a Sua voz.
Deixe Deus guiar você e siga-O voluntariamente (Js 14:8). Em um mundo em que muitas instruções se opõem ao caminho de Deus, fortifique sua mente com a Palavra dEle, de forma que possa conhecer Sua vontade e seguir prontamente Sua direção quando Ele chamar.
Exercite e fortaleça sua fé (Js 14:14). Calebe viveu para herdar o que Deus havia prometido, porque sua fé em Deus nunca vacilou. Ele somente pôde demonstrar tal bravura e coragem em face de oposição, montanhas de dificuldades e gigantes em seu caminho porque sua fé estava enraizada em Cristo.
Seja paciente (Sl 37:7). Esses 40 anos de vagueações no deserto devem às vezes ter parecido uma eternidade, mas a inabalável confiança de Calebe e sua entrega a Deus durante esses anos difíceis (que não ocorreram por sua culpa) foram uma forte evidência de que seu caráter era o de um filho de Deus.
Mãos à Bíblia |
7. Que outra indicação temos sobre o caráter de Calebe? Jz 1:14, 15 Embora Acsa fosse sua filha, qualquer terra que ela recebesse deixaria efetivamente de pertencer à família imediata de Calebe e se tornaria parte da propriedade de seu marido. O surpreendente é que Calebe não só lhe deu o campo, mas também deu as fontes de água. Provérbios 11:25 afirma: “O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá”. 8. Que implicações essa história tem para nossa vida espiritual, por exemplo, na área do perdão? Mt 6:15; 18:21-35 |
Helyne Frederick – Mount Rose, Índias Ocidentais
| Sexta, 8 de outubro | |
Bravura |
“Calebe nasceu escravo na terra do Egito, conheceu a miséria, a derrota e a constante humilhação do cativeiro. Estava cansado de ser chutado, amaldiçoado, surrado e humilhado. Estava cansado de ser tratado como um animal, daí sua determinação de conquistar e de alcançar o impensável”.1
Uma das lições mais importantes da vida de Calebe é esta: nunca é tarde demais para começar a enfrentar gigantes. Contudo, é melhor começar quando se é jovem. Outro ponto muito importante a ser considerado é este: podemos nos tornar fracos fisicamente, mas sempre podemos ser fortes por dentro, para dizer a Deus como Calebe: “Dê-me esta montanha”.
Nas lutas da vida, é normal que os inexperientes e os de pés delicados se contentem com o caminho fácil. Mas todos os verdadeiros soldados precisam estar dispostos a tomar uma montanha antes de morrer. O extraordinário serviço de Calebe pode ser atribuído à sua filosofia de vida e decisão de seguir o Senhor. Como um espia de Israel, ele imaginou cidades reduzidas a entulho, enquanto outros se viram como gafanhotos aos olhos do inimigo. Um vencedor sempre precisa possuir uma ideia otimista dos desafios que enfrenta. Se vamos vencer e conquistar, como igreja, precisamos seguir o Senhor plena, fiel e destemidamente. Nenhum inimigo deve nos intimidar, nenhum medo deve nos perseguir, e a ninguém deve ser permitido nos desviar do propósito de Cristo em nossa vida. Precisamos estar dispostos a ir aonde Deus mandar.
A filosofia de vida de Calebe se baseava na permanente presença divina. “Ele teve sucesso porque contou com o poder do Senhor; de fato, teve sucesso porque descansou na promessa do Senhor. Sua fé nunca vacilou. Mesmo em face de um possível fracasso, ele permaneceu firme”.2
Nossas batalhas pessoais e corporativas podem ser difíceis, tediosas e, às vezes, perigosas. Contudo, se formos determinados, se nos recusarmos a ser detidos, acabaremos experimentando os frutos da Terra Prometida.
1. John Phillips, Introducing People of the Bible, v. 1 (Neptune, NJ; Loizeauz Brothers).
2. Ibid.
Mãos à obra |
1. Escreva um princípio orientador que demonstre a importância de enfrentar as dificuldades; por exemplo: “Quando a vida lhe der um limão, faça dele uma limonada”. 2. Reescreva o Salmo 37:1-9 na primeira pessoa, inserindo seu nome e outros detalhes para personalizar essa passagem. Como isso muda sua perspectiva? Que gigantes você está desejando que Deus o ajude a vencer? 3. Faça uma lista de questões difíceis que você enfrenta. Reestruture essas dificuldades em palavras positivas, tornando assim mais fácil definir planos de ação para lidar com elas. |
Enoch Isaac – St. Davids, Índias Ocidentai
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